O Egito está atravessando dias complicados, com manifestações em diversas partes do país, pela renúncia do presidente Hosni Mubarak – há 30 anos no poder. Mubarak assumiu o poder em 1981, após o assassinato do presidente egípcio Anwar Al Sadat.
Sob a liderança de Mubarak o Egito é um dos únicos estados árabes que tem relações com Israel, há 30 anos – os outro são a Jordânia e Arábia Saudita. Além do mais, depois de Israel, é o país da região que mais recebe ajuda americana – quase 2 bilhões de dólares por ano.
Se Hosni Mubarak deixar o poder, como querem os manifestantes, o país poderá cair nas mãos de fundamentalistas islâmicos, inimigos de Israel. Isto agravará ainda mais a crise no Oriente Médio.
A perseguição religiosa aos cristãos também se elevará sobremaneira. Segundo a classificação feita pela Missão Portas Abertas Internacional, o Egito figura na 19ª posição dos países que mais perseguem cristãos no mundo. Com a assunção ao poder de um grupo radical islâmico, a situação dos cristãos ficará crítica, como ocorre em outros países muçulmanos, como Irã, Arábia Saudita, Iêmen, Catar, Afeganistão, Paquistão, dentre outros.
Oremos pelo cristãos egípcios nesta hora de apreensão.
http://holofote.net/2011/01/31/egito-em-chamas-se-esta-ruim-com-o-ditador-mubarak-pode-ser-bem-pior-sem-ele/
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